Presidente da FIEP ressalta termo de Cooperação assinado com Governo do Estado

Na última quarta-feira, 29/08, o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – FIEP, Francisco de Assis Benevides Gadelha, e o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, assinaram um termo de Cooperação para execução do Programa de Apoio ao Empreendedorismo na Paraíba, o Empreender – PB.
Com a cooperação, o presidente da FIEP, acredita que haverá um fortalecimento das micro e pequenas empresas da Paraíba, que terão mais acesso a recursos para financiamento, através do apoio do Núcleo de Acesso ao Crédito, e receberão ainda, apoio do Sistema Indústria em relação ao acesso à tecnologias. “A assinatura do termo de Cooperação representa um estímulo ao empreendedorismo no setor industrial porque nós já temos um Núcleo de Acesso ao Crédito, e várias escolas para a formação profissional, entre escolas fixas e móveis, que podem ir aos lugares mais remotos desse Estado para atender as necessidades dos empresários paraibanos. Através do NAC, vamos auxiliar as empresas na construção de projetos para que elas tenham algo consistente desde o nascedouro, permitindo que cresçam e evoluam dentro do seu setor de atuação”, explicou, Gadelha.
O presidente da Federação disse que esta é a primeira fez que o Sistema indústria firma uma parceria com o objetivo de fortalecer a atuação dos microempreendedores do Estado. “Nós temos um interesse muito grande em fortalecer os microempreendimentos , até porque isso enseja a ideia de formação de Arranjos Produtivos Locais – APLs, como o próprio governo do Estado exemplificou, ele tem trabalhado com ações de concretização da produção de mandioca, na região do Conde. Atualmente ele está fazendo uma indústria de embalagens à vácuo, para que a mandioca seja conservada por mais tempo, com qualidade , permitindo que ela seja transportada por um período maior, mantendo a conservação, e aumentando o tempo para a comercialização não só aqui na Paraíba como em outros Estados”, comentou.
Francisco Gadelha falou que os Arranjos Produtivos Locais, e a atuação dos micro e pequenos negócios têm contribuído para a consolidação da Economia paraibana. “Essa ideia do APL é muito boa porque nós já temos umas experiências exitosas na Paraíba, como por exemplo, em São Bento existe uma geração espontânea de um APL de redes, e que derivou para a produção de outros produtos têxteis também, e a cidade não tem desempregados, e isso acontece também na cidade de Itaporanga, onde se produz pano de prato, flanela, pano de chão. Mesma realidade apresenta a cidade de Catolé do Rocha, e agora em Princesa Isabel, onde a uma produção de ovos tem feito a cidade despontar no cenário estadual com a venda de ovos para o mercado interno, e Estados como o Ceará. Então para mim, esses APLS são a melhor forma de desenvolver o nosso Estado, e é isso que queremos, contribuir através da capilaridade do SENAI, nas escolas fixas e móveis, ofertando tecnologias em couro e calçados, fiação e tecelagem, moda e confecção, automação industrial, metalmecânica, eletroeletrônica, construção civil, para ajudar os empresários nesse processo de desenvolvimento, com rapidez, buscando facilitar o acesso ao crédito, e também às tecnologias. As micro e pequenas empresas são essenciais para a economia do nosso Estado, porque todo o dinheiro gerado por elas ficam aqui, enquanto o das grandes quase sempre acaba migrando. Além disso, as pequenas além de uma importante geração de empregos, valorizam a mão de obra local, e acabam estimulando o associativismo, a formação de cooperativas”, falou.

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