Noruega, Espanha e China estão nas oitavas de final

Um empate classificava Espanha e China para as oitavas de final do Mundial Feminino. Portanto, quem viu apenas o resultado final da partida (0 a 0, pode pensar que as meninas fizeram corpo mole e seguraram o placar em branco até o final.
Não foi bem assim. A superioridade espanhola durante os 90 minutos foi evidente, mas o bloqueio em frente à área que as chinesas fizeram foi muito eficiente. Aliado a isto, a atuação da goleira Peng – de 1m82 – foi o ponto alto do jogo. Tanto que, ao apito final da árbitra brasileira Édina Alves Batista, as espanholas – mesmo com o segundo lugar no Grupo B, por saldo de gols – saíram cabisbaixas. E as chinesas vibravam como se tivessem vencido o Mundial, mesmo se classificando em terceiro lugar na chave.
“O empate tem isso de ruim: se é quase vitória para um, é quase derrota para outro. Raramente vale como empate mesmo, isto é, distribui metade da vitória para cada um. Se um jogo acaba empatado, basta a gente olhar em volta. Um time pula em campo como se tivesse vencido, o outro baixa a cabeça, derrotado” – já dizia o cronista Mário Filho, setenta anos atrás.
Agora, nas oitavas de final, a Espanha (2º B) enfrentará Estados Unidos ou Suécia (1º F), enquanto a China (3º B) tem a possibilidade de enfrentar Inglaterra ou Japão (1º D) ou Itália, Brasil ou Austrália (1º C). Múltiplos caminhos para duas equipes que, apesar de se igualarem em número de pontos, apresentam futebol tão diferente.
Agência Brasil

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