Setor de panificação na Paraíba adota estratégias de prevenção contra o covid-19 para permanecer em funcionamento

Os setores da indústria têm tido a importante missão de manter a economia ativa nesse contexto de crise mundial, em virtude da pandemia do coronavírus, e também fornecer produtos essenciais para a população que precisa estar isolada por um tempo.
Os órgãos de saúde relacionaram alguns setores como essenciais nesse processo. O setor da panificação e confeitaria é um deles. Na Paraíba, para se manter de portas abertas durante o isolamento social, as padarias adotoram medidas de prevenção contra a disseminação do novo coronavírus, como explicou o membro da diretoria do Sindicato da Panificação e Confeitaria de Campina Grande e Região (Sindipan/CG), Walmir Gaião. “As panificadoras, enquanto estabelecimento alimentício de primeira necessidade e de fácil acesso, ficaram liberadas de permanecer abertas, porém, estamos trabalhando apenas com panificação. A parte de lanchonete foi suspensa para evitar aglomerações e, além disso, foi criada também uma espécie de portaria para que os clientes não se aglomerem dentro da loja”, disse.
Cuidados com a higienização dos funcionários, dos produtos e da própria loja, que já eram tomados, passaram a ser intensificados. Ainda segundo Walmir, e entrada e saída de pessoas do local de produção passou a ser ainda mais controlada para evitar possíveis contaminações. O rigor na lavagem das mãos, no uso do fardamento adequado, de luvas e toucas, tornou-se ainda mais frequentes. As panificadoras também adotaram uma medida de proteção no atendimento ao cliente. Além do uso do álcool em gel, de máscaras e luvas dos atendentes, barreiras foram criadas para que as pessoas não se aproximem dos balcões e respeitem a distância mínima de dois metros entre cada uma”, explicou Walmir Gaião.
Assim, o setor da panificação se torna aliado de outros segmentos industriais e instituições, no combate ao Covid-19. A recuperação deve demorar, mas que para Walmir Gaião, o esforço e dedicação pode gerar bons frutos futuros. “A gente acredita que com a força do trabalho, com organização e com o apoio da Federação das Indústrias (FIEP), vamos conseguir sobreviver a esta crise até para dar continuidade à nossa produção, sem diminuir o número de empregos” concluiu o empresário.

Texto/Colaboração: Igor Batista

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