Pinto do Acordeon morre em São Paulo e será enterrado em Patos

O cantor, compositor e sanfoneiro paraibano Francisco Ferreira Lima, nacionalmente conhecido como Pinto do Acordeon, deu o seu último acorde de vida na madrugada desta terça-feira, 21, aos 72 anos de idade na cidade de São Paulo, aonde se encontrava desde o mês de janeiro deste ano para um tratamento de um câncer na bexiga.
O corpo do artista chega à João Pessoa por volta das 22 horas de hoje e será velado no Cemitério Parque das Acácias, no bairro de José Américo, e amanhã pela manhã, seguirá para a cidade de Patos, onde será enterrado.
Pinto do Acordeon chegou a ser vereador de João Pessoa. Em 2019 ele teve a sua obra considerada patrimônio Cultural da Paraíba, quando a Assembleia Legislativa aprovou o projeto de lei 11.399, de autoria do deputado Walber Virgolino, que reconhecia a importância do músico. A lei foi sancionada pelo governador João Azevedo.
Perfil – Francisco Ferreira Lima nasceu no município de Conceição, no Vale do Piancó paraibano, mas se mudou para Patos na década de 60. Pinto teve suas músicas gravadas por diversos artistas, como Dominguinhos, Elba Ramalho, Fagner e Genival Lacerda. Entre seus grandes sucessos está a música “Neném mulher”, tema da novela Tieta, da Rede Globo.
O presidente Adriano Galdino, em nome de todos os deputados e servidores da Assembleia Legislativa da Paraíba, vem a público lamentar o falecimento do cantor e compositor paraibano Pinto do Acordeon, aos 72 anos. Ele morreu na madrugada desta terça (21). em São Paulo, onde se encontrava desde janeiro para tratamento de um câncer da bexiga.
Em 2019, a ALPB aprovou o projeto de lei 11.399, de autoria do deputado Wallber Virgolino, que reconhecia a importância do músico e solicitava que suas obras fossem consideradas Patrimônio Cultural do Estado. A iniciativa foi sancionada pelo governador João Azevedo em 12 de julho do ano passado.
“Além de uma carreira consolidada como músico, Pinto do Acordeon também realizou um grande trabalho como vereador. É uma grande perda grande para a Paraíba, para o Nordeste e para o Brasil, sem sombra de dúvidas”, lamentou Adriano Galdino.
FatosPB

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