Espetáculo “Jack – o jacaré do Açude Velho” estreia domingo no Severino Cabral com entrada franca

O Teatro Municipal Severino Cabral recebe neste domingo, dia 05 de junho, o novo espetáculo da Caras & Bocas Cia de Entretenimento “Jack – o jacaré do Açude Velho”. A apresentação tem iníco às 16h com entrada franca. Os convites que dão acesso ao teatro já estão disponíveis na administração do Severino Cabral.
A peça, escrita por Saulo Queiroz (autor de grandes sucessos do teatro paraibano como as comédias Machos, As Malditas, Coroas, Fêmeas e o infantil A Revolta dos Vilões) traz ao palco um dos personagens mais marcantes do imaginário campinense: o jacaré do Açude Velho.
Jack conta a história de Duda que, como todo menino de sua idade, movido pela curiosidade e espírito de aventura, propõe realizar como trabalho de biologia uma expedição ao Açude Velho.
O objetivo do menino é comprovar a existência do famoso jacaré que, segundo a imprensa e muitos campinenses, habita o antigo reservatório, embora ele jamais o tenha visto com seus próprios olhos.
A princípio motivo de piadas, o menino segue com seu projeto e acaba encontrando outro garoto de sua idade, Deda, que sobrevive dos peixes tirados das águas poluídas do Açude Velho. Duda convence Deda a ajudá-lo na expedição, sendo seu guia e locador de uma canoa que percorrerá o açude em busca de algum sinal de Jack.
Nessa jornada, alguns personagens orientam a dupla de meninos na expedição exploratória. Assim, eles encontram Soró, um socó malandro que divide os peixinhos do manancial com dona Graça, uma garça elegante e temperamental e também com as Piabas Paraibanas, um trio de forró formado por três piabas oriundas de diferentes açudes do estado. Elas formam um trio de forró que acompanha Jack em performances no sangradouro do açude.
No espetáculo tem ainda o Rei Sapo e sua corte, formada pela rainha Sapa, o cágado Cacá e o caramujo Rubinho, que são guardas do rei e ainda a sereia do açude, um ser que encanta as pessoas, influenciando-as a jogar sujeira nas suas águas.
Saulo Queiroz explica que “Jack, na verdade, traz como pano de fundo temas ambientais como a preservação do Açude Velho, ainda poluído, e a manutenção da fauna do manancial, hoje com espécies que até há algum tempo não existiam por lá como as garças e o próprio jacaré”.

compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *