UNIVERSIDADE DO PARá EXPULSA ALUNOS APóS ATAQUE COM ARMA DE CHOQUE A HOMEM EM SITUAçãO DE RUACONGRESSO PODE BENEFICIAR TRAFICANTES E ESTUPRADORES SE DERRUBAR VETO DA DOSIMETRIA PARA AJUDAR BOLSONARO, DIZ DEPUTADOTRUMP SEMPRE CRITICOU O EVENTO E NUNCA TINHA PARTICIPADO DO JANTAR COM JORNALISTAS DA CASA BRANCACRESCE MOVIMENTO QUE QUESTIONA VOTO FEMININO NOS EUA. PROPOSTA DE TRUMP CRIA OBSTáCULOS PARA MULHER VOTAREM ENTREVISTA, ASSESSORA DA PRESIDêNCIA DISSE ANTES DO JANTAR: “TRUMP VAI INCENDIAR E HAVERá TIROS DISPARADOS”TRUMP é RETIRADO àS PRESSAS DE JANTAR NOS EUA APóS DISPAROS. INCIDENTE OCORREU DURANTE ENCONTRO COM JORNALISTASGOVERNO TRUMP DIVULGA IMAGEM DO SUSPEITO APóS TIROTEIO EM JANTAR COM JORNALISTAS. ELE ERA PROFESSOR NA CALIFóRNIAMUDAR A JORNADA DE TRABALHO DE 6×1 PARA 5×2 FRAGILIZA EMPREGOS E A ECONOMIA, POR JúLIO CéSAR CARDOSO‘IMPOSSíVEL NãO SE INDIGNAR’, AFIRMA JANJA APóS ATAQUES FEITOS POR ALIADO DE TRUMP CONTRA AS MULHERES BRASILEIRASGOVERNO TRUMP APROVA EXECUçõES POR PELOTãO DE FUZILAMENTO, CHOQUE ELéTRICO E CâMARA DE GáS COMO MéTODO PARA PENA DE MORTEUNIVERSIDADE DO PARá EXPULSA ALUNOS APóS ATAQUE COM ARMA DE CHOQUE A HOMEM EM SITUAçãO DE RUACONGRESSO PODE BENEFICIAR TRAFICANTES E ESTUPRADORES SE DERRUBAR VETO DA DOSIMETRIA PARA AJUDAR BOLSONARO, DIZ DEPUTADOTRUMP SEMPRE CRITICOU O EVENTO E NUNCA TINHA PARTICIPADO DO JANTAR COM JORNALISTAS DA CASA BRANCACRESCE MOVIMENTO QUE QUESTIONA VOTO FEMININO NOS EUA. PROPOSTA DE TRUMP CRIA OBSTáCULOS PARA MULHER VOTAREM ENTREVISTA, ASSESSORA DA PRESIDêNCIA DISSE ANTES DO JANTAR: “TRUMP VAI INCENDIAR E HAVERá TIROS DISPARADOS”TRUMP é RETIRADO àS PRESSAS DE JANTAR NOS EUA APóS DISPAROS. INCIDENTE OCORREU DURANTE ENCONTRO COM JORNALISTASGOVERNO TRUMP DIVULGA IMAGEM DO SUSPEITO APóS TIROTEIO EM JANTAR COM JORNALISTAS. ELE ERA PROFESSOR NA CALIFóRNIAMUDAR A JORNADA DE TRABALHO DE 6×1 PARA 5×2 FRAGILIZA EMPREGOS E A ECONOMIA, POR JúLIO CéSAR CARDOSO‘IMPOSSíVEL NãO SE INDIGNAR’, AFIRMA JANJA APóS ATAQUES FEITOS POR ALIADO DE TRUMP CONTRA AS MULHERES BRASILEIRASGOVERNO TRUMP APROVA EXECUçõES POR PELOTãO DE FUZILAMENTO, CHOQUE ELéTRICO E CâMARA DE GáS COMO MéTODO PARA PENA DE MORTE
Raquel Dodge pede ao STF para ouvir Temer em investigação sobre decreto no setor de portos

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para ouvir o presidente Michel Temer em uma investigação que apura suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro na edição de um decreto do setor de portos.O pedido foi enviado na última sexta-feira (29) ao gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, relator do inquérito e a quem cabe autorizar o depoimento.
A chefe do Ministério Público não pediu no ofício enviado ao STF uma data para o depoimento, mas destacou que pretende concluir essa e outras diligências em até 60 dias. O prazo para concluir as investigações, no entanto, poderá ser prorrogado posteriormente.
A investigação sobre o decreto tem como alvos Temer, o ex-deputado e ex-assessor especial do Palácio do Planalto Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), além de Antônio Celso Grecco e Ricardo Conrado Mesquita, executivos da Rodrimar, empresa concessionária no porto de Santos.
A suspeita é de que Temer recebeu propina pela edição, neste ano, de um decreto que teria beneficiado a Rodrimar.
A defesa do presidente da República e da empresa controladora do porto santista negam as acusações e dizem que a regra editada por decreto foi fruto de amplo debate e atendeu todo o setor portuário.
Entenda o caso
A investigação foi pedida em junho pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação de executivos do grupo J&F – holding controladora do frigorífico JBS. As investigações captaram uma conversa telefônica entre Temer e Rocha Loures em que os dois discutem o decreto publicado em maio deste ano.
No ofício enviado ao STF, Raquel Dodge também pediu depoimentos de Rocha Loures, Antônio Grecco, Ricardo Mesquita, e de pessoas próximas de Temer, como o advogado José Yunes – amigo pessoal de Temer e ex-assessor do Planalto –, o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha, e coronel reformado da PM de São Paulo João Batista Lima Filho, conhecido como coronel Lima.
Segundo a PGR, coronel Lima, que é proprietário da empresa Argeplan Arquitetura e Engenharia, teria sido intermediário de propinas pagas ao presidente da República.
Em delação premiada, Ricardo Saud afirma que deu R$ 1 milhão ao coronel Lima na campanha de 2014. Esse pagamento seria parte de um suposto acordo feito entre Temer e o empresário Joesley Batista.
O órgão também aponta Ricardo Mesquita e Antônio Celso Grecco como supostos intermediários de propina que seriam pagas a Loures e a Temer.
De acordo com as investigações baseadas na delação da J&F, uma das preocupações de Rocha Loures era como receber os repasses de R$ 500 mil que a empresa prometia entregar toda semana.
Nas conversas com o executivo da J&F Ricardo Saud, Loures apresentou duas opções de pessoas para receber o dinheiro: Ricardo Conrado Mesquita e Edgar Rafael Safdie.
G1
A investigação foi pedida em junho pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base na delação de executivos do grupo J&F – holding controladora do frigorífico JBS. As investigações captaram uma conversa telefônica entre Temer e Rocha Loures em que os dois discutem o decreto publicado em maio deste ano.
No ofício enviado ao STF, Raquel Dodge também pediu depoimentos de Rocha Loures, Antônio Grecco, Ricardo Mesquita, e de pessoas próximas de Temer, como o advogado José Yunes – amigo pessoal de Temer e ex-assessor do Planalto –, o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha, e coronel reformado da PM de São Paulo João Batista Lima Filho, conhecido como coronel Lima.
Segundo a PGR, coronel Lima, que é proprietário da empresa Argeplan Arquitetura e Engenharia, teria sido intermediário de propinas pagas ao presidente da República.
Em delação premiada, Ricardo Saud afirma que deu R$ 1 milhão ao coronel Lima na campanha de 2014. Esse pagamento seria parte de um suposto acordo feito entre Temer e o empresário Joesley Batista.
O órgão também aponta Ricardo Mesquita e Antônio Celso Grecco como supostos intermediários de propina que seriam pagas a Loures e a Temer.
De acordo com as investigações baseadas na delação da J&F, uma das preocupações de Rocha Loures era como receber os repasses de R$ 500 mil que a empresa prometia entregar toda semana.
Nas conversas com o executivo da J&F Ricardo Saud, Loures apresentou duas opções de pessoas para receber o dinheiro: Ricardo Conrado Mesquita e Edgar Rafael Safdie.
G1



