CPMI do INSS: governistas vão entregar relatório alternativo à PF pedindo indiciamento de Bolsonaro e mais 130 pessoas

Membros governistas da CPMI do INSS marcaram a entrega do relatório alternativo aos orgãos competentes, como PF (Polícia Federal) e PGR (Procuradoria-Geral da República), para o dia 7 de abril.
O texto foi elaborado para ser apresentado após a derrota do relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), mas não chegou a ser colocado em votação. O placar foi de 19 a 12 e a comissão terminou sem o documento final.
O relatório alternativo tinha quase com quase 2.000 páginas e 130 pedidos de indiciamento, incluindo o do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para ser apresentado, o presidente do colegiado, Carlos Viana (Podemos-MG), precisava designar um novo relator, o que não ocorreu.
Mesmo assim, os parlamentares afirmam que os dois relatórios serão levados aos órgãos competentes.
Segundo Viana, o relatório do Alfredo Gaspar é importante para que o Brasil saiba quem roubou os aposentados e pensionistas no escândalo das fraudes do INSS.
“O relatório terá cópias enviadas a todas as instituições de fiscalização no Brasil. Desde o Ministério Público até o Supremo Tribunal Federal. Nós encaminharemos uma cópia ao ministro André Mendonça, porque há muitas informações que estão inclusive à frente do trabalho da Polícia Federal”, afirmou o presidente após a votação.

R7

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