Patrões não apresentam proposta às reivindicações dos comerciários e sindicato organiza mobilização

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Campina Grande e Região está convocando a categoria comerciária para a mobilização nacional, que acontecerá no próximo dia 11 (sexta-feira), como resposta à política do governo federal, bem como aos patrões que não apresentaram, na reunião de ontem à tarde (7), no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), uma contraproposta às reivindicações dos comerciários.
Segundo o presidente do Sindicato, José do Nascimento Coelho, até a próxima sexta-feira os diretores da entidade sindical estarão reunidos para traçar estratégias da mobilização. A categoria também será convocada a uma assembleia na sede de sua entidade sindical. “Infelizmente os patrões não mostram disposição para atender a pauta da Convenção Coletiva 2016-2017, caracterizando um desrespeito aos clamores reivindicatórios dos trabalhadores”, afirma Coelho.
Entre as reivindicações da categoria destacam-se: o percentual de 15% em cima do piso da categoria; pagamento do 14º salário (participação nos lucros e resultados); aviso prévio de 60 dias para todos os trabalhadores e estabilidade de 90 dias para as comerciárias, após a licença maternidade; redução da jornada de trabalho, sem redução de salários; valorização do piso. Pede ainda a manutenção de várias cláusulas econômicas e sociais, a exemplo do plano de saúde e o seguro de vida e acidentes pessoais.
A campanha salarial foi deflagrada no dia 24 de setembro do corrente ano, em assembleia geral dos trabalhadores, no Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares (antigo Clube Paulistano), na Rua Major Belmiro, 174, bairro São José.
A reunião mediada pelo MTE, contou com a participação de representantes do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e do Setor Jurídico do Sindicato dos Comerciários. Os trabalhadores do comércio de Campina Grande e da base territorial, que têm data base em 1º de novembro, está laborando sem qualquer garantia de seus direitos, conforme disse Coelho.

Texto: Ascom/Sindicato dos Comerciários

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