Criptoeconomia: o que é preciso saber antes de começar a investir?

O assunto educação financeira começou a ganhar mais projeção em 2008, quando a crise provocada pela especulação imobiliária nos Estados Unidos impactou a estrutura orçamentária do mundo de uma forma global.
A crise mundial surgiu em função do aumento sem lastro dos valores das residências, em função da oferta de crédito a juros irrisórios. O sistema de “hipotecas subprimes” financiava famílias em busca de ganhos financeiros com o valor dos imóveis, mas que esbarravam sempre nas condições de financiamento que, geralmente, não cabiam no orçamento.
Este cenário foi marcado por um misto de alto risco, oferta abundante de crédito e produtos financeiros com alto poder de endividamento das famílias, como o cartão de crédito.

Como a educação financeira se inseriu nesse contexto?
Para conscientizar as famílias de que o equilíbrio orçamentário é essencial para a manutenção das contas em dia, evitando a inadimplência, algumas federações investiram em programas para conter o endividamento das famílias.
Nos Estados Unidos, foram implementados programas de qualificação para gestão financeira às famílias. Além disso, o país buscou regular o sistema financeiro de uma forma mais ampla. Entretanto, isso não evitou a quebra de instituições tradicionais.
Por aqui no Brasil, as autoridades criaram a Estratégia Nacional de Educação Financeira em 2011, com o objetivo de implementar diretrizes para ensino de conceitos financeiros para crianças, adolescentes e adultos.
Neste contexto, projetos-pilotos contemplaram estudantes de escolas de ensino Fundamental, Médio, aposentados de baixa renda e mulheres do programa Bolsa Família.
Os resultados foram positivos em um primeiro momento, mas outro desafio era frear o uso de produtos financeiros que poderiam levar ao endividamento, como cheque especial e cartão de crédito.
Para isso, foi criado um sistema de gatilhos para alertar o consumidor, caso utilizasse limites altos no crédito rotativo, além de transferir as dívidas para outras linhas com taxas menores e prestações fixas.

As criptomoedas e a educação financeira
Esse cenário adverso abriu espaço para o bitcoin, primeira criptomoeda que surgiu no mercado como uma opção mais viável para que investidores pudessem ter mais autonomia para operar no mercado financeiro com mais autonomia, não dependendo de órgãos governamentais, aumentando assim a possibilidade de lucro.
A nova criptomoeda representava uma possibilidade de gerar dinheiro em redes distribuídas, com informações validadas pelos próprios membros da rede, permitindo que os indicadores fiquem em um banco de dados do Blockchain.
Além do bitcoin, outros criptoativos e novas EXCHANGE CRIPTOMOEDAS apareceram no mercado, ampliando o leque de possibilidades de investimento para os cidadãos e consequentemente, aumentando as chances de lucratividade.

Foto: Divulgação

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