Hospital da Unimed em Campina Grande vai antecipar construção de mais 50 leitos

Na condição de jornalista militante em Campina Grande, e até já estar sendo hoje identificado por alguns confrades como ‘decano’ da nossa imprensa, nomenclatura valorosa que em idos pretéritos também carimbaram nos indefectíveis e saudosos Epitácio Soares, William Tejo e Nilo Tavares, dentre outros, atendi hoje convite da direção local da UNIMED campinense para participar de especial café da manhã em sua sede, vizinha ao Hotel do Vale, e não por acaso data coincidente aos primeiros 365 dias de funcionamento do moderníssimo Hospital que a exemplar cooperativa ergueu no bairro do Catolé, quando sem carecer de soprar velinhas também pudemos – um seleto grupo de colegas do ‘batente’ – aproveitar e aplaudir não apenas a beleza arquitetônica do recinto, mas em especial a qualidade dos serviços lá prestados por conceituados médicos das mais diversas especialidades e um qualificadíssimo corpo funcional formado por mais de 200 homens e mulheres.
O abnegado amigo Dr. Vieira, que junto a outros colegas seus da diretoria nos recebeu sob a companhia do dedicado Ribamildo Bezerra, indormido homem da Comunicação da Casa, não cuidou de mostrar-nos aquilo que tanto nós, jornalistas, quanto a sociedade campinense, já viu, conhece e admira com o mais justo e necessário orgulho: a imponência do edifício.
Dr. Vieira fez muito mais: dissecou o recinto do hospital, pra gente entender a sua grandiosidade interna e assim podermos avaliar a importância dele no cuidar de vidas.
Nos alimentou – claro que teve pamonha, canjica, cuscuz, queijos e tapiocas – com gráficos e estatísticas lá do dia-a-dia, de modo que eu, pelo menos, voltei para a Redação com a certeza absoluta de que Campina Grande já não é a mesma em se tratando de Saúde.
Os números não nos impressionaram à toa…


E nesse meu pequeno espaço quero me referir a apenas um: o de que nós, campinenses e munícipes da vizinhança (Queimadas, Lagoa Seca, Remigio, Esperança, Boqueirão, Cabaceiras, Soledade, Pocinhos, Puxinanã, Juazeirinho e por aí vai…) não mais precisamos buscar outros centros ditos avançados da Medicina para curar nossas doenças. Mostram os gráficos que hoje eu vi que o nosso Hospital da UNIMED, de março de 2025, mês em que foi inaugurado, até abril deste ano de 2026 (365 dias), simplesmente quintuplicou o número de pacientes atendidos, resultando inclusive e principalmente na redução do número de mortos pela região, inclusive com zero óbitos na Pediatria.
Eu mesmo perdi vários amigos e até entes familiares, com altos custos de deslocamentos e hospedagem de acompanhantes n’outras cidades, que buscaram vida lá fora, mas em sua maioria voltaram para a Borborema enlaçados pela Malvada…
Foi assim com Carlos Noujaim Habib, Shaolin, Gesner Caetano, Ivandro Cunha Lima Filho, o menino de Eduardo Carlos da São Braz, etc… E quase também nos deixaram, sob socorro em outras plagas, agora felizmente desnecessário, e para ficarmos apenas com dois conhecidos exemplos, Damião Feliciano e Pimentel Filho.


Esse é, portanto, um registro que me orgulho de fazer, por ser campinense apaixonado e me ufanar cada vez mais sempre que consigo, como agora, enxergar melhoria na qualidade de vida da nossa gente.
E, antes que eu me esqueça: O Hospital da UNIMED Campina Grande vai ser ampliado com a construção de um anexo para mais 50 leitos e novas UTI’s – adulto e neonatal – conforme eu consegui com meu ‘faro’ de velho repórter arrancar do sigilo da empresa. E o detalhe, também hoje vazado: o projeto está saindo da prancheta e o canteiro de obras será montado dentro de poucos dias.
Essa é a Campina Grande que me orgulha e me envaidece.

Marcos Marinho
apalavraonline.com.br

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