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Jovem ameaça divulgar ‘nudes’ e é preso por ‘estupro virtual’ em Minas Gerais
Um jovem de 19 anos foi preso nesta quarta-feira (20) em Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba, suspeito de ‘estupro virtual’. O crime consiste em obrigar alguém a realizar atos libidinosos sob chantagem ou ameaça.
De acordo com a Polícia Civil, investigações mostraram que o rapaz criou um perfil falso na rede social Facebook e, após ganhar a confiança das vítimas, exigiu, sob ameaça de morte, que elas lhe enviassem fotos e vídeos com conteúdo pornográfico. Cinco pessoas, com idades entre 16 e 24 anos foram identificadas como vítimas do crime.
O delegado responsável pela prisão preventiva, Ítalo de Oliveira Cardoso Boaventura, explicou que o rapaz manipulou as mulheres com mentiras e ameaças e que, apesar de usar perfil falso, ele conhecia as vítimas, os endereços e rotina delas.
“Ele era intimidador e já chegou a perseguir uma das vítimas na rua. Com medo, elas enviaram diversos vídeos e fotos e, de posse de tais mídias, o investigado passou a exigir mais vídeos e fotos sob a ameaça de divulgar o conteúdo já repassado pelas vítimas na rede mundial de computadores, bem como exigir favores sexuais em troca de seu silêncio. Não satisfeito, ameaçando matá-las, exigia dinheiro, sendo que um dos pais pagou aproximadamente R$ 3 mil”, explicou o delegado.
As cinco vítimas identificadas foram ouvidas na Delegacia de Polícia Civil de Carmo do Paranaíba. No entanto, o delegado acredita que há outras vítimas e orienta que elas procurem a polícia por meio do 181.
“Uma das vítimas quase atentou contra a própria vida, tamanha a pressão psicológica exercida pelo jovem. Na delegacia, elas narraram a violência psicológica que sofreram e os momentos de terror sob a chantagem do indiciado. O computador e celular do acusado foram apreendidos e, após a devida autorização judicial e a realização da perícia, foram encontrados vídeos e fotos de pedofilia, bem como os registros das conversas com as vítimas”, contou Ítalo.
De acordo com a Polícia Civil, investigações mostraram que o rapaz criou um perfil falso na rede social Facebook e, após ganhar a confiança das vítimas, exigiu, sob ameaça de morte, que elas lhe enviassem fotos e vídeos com conteúdo pornográfico. Cinco pessoas, com idades entre 16 e 24 anos foram identificadas como vítimas do crime.
O delegado responsável pela prisão preventiva, Ítalo de Oliveira Cardoso Boaventura, explicou que o rapaz manipulou as mulheres com mentiras e ameaças e que, apesar de usar perfil falso, ele conhecia as vítimas, os endereços e rotina delas.
“Ele era intimidador e já chegou a perseguir uma das vítimas na rua. Com medo, elas enviaram diversos vídeos e fotos e, de posse de tais mídias, o investigado passou a exigir mais vídeos e fotos sob a ameaça de divulgar o conteúdo já repassado pelas vítimas na rede mundial de computadores, bem como exigir favores sexuais em troca de seu silêncio. Não satisfeito, ameaçando matá-las, exigia dinheiro, sendo que um dos pais pagou aproximadamente R$ 3 mil”, explicou o delegado.
As cinco vítimas identificadas foram ouvidas na Delegacia de Polícia Civil de Carmo do Paranaíba. No entanto, o delegado acredita que há outras vítimas e orienta que elas procurem a polícia por meio do 181.
“Uma das vítimas quase atentou contra a própria vida, tamanha a pressão psicológica exercida pelo jovem. Na delegacia, elas narraram a violência psicológica que sofreram e os momentos de terror sob a chantagem do indiciado. O computador e celular do acusado foram apreendidos e, após a devida autorização judicial e a realização da perícia, foram encontrados vídeos e fotos de pedofilia, bem como os registros das conversas com as vítimas”, contou Ítalo.
O jovem confessou os crimes e, além do “estupro virtual”, ele foi preso por extorsão e armazenagem de conteúdo pornográfico envolvendo criança e adolescente. O rapaz, que não têm passagens, está preso na Penitenciária Nossa Senhora do Carmo.
‘Estupro Virtual’
A Polícia Civil explicou que o “estupro virtual” pode ocorrer, por exemplo, “quando uma pessoa, por meio da internet, WhatsApp, Skype ou mídia social, venha a constranger ou ameaçar a outra a tirar a roupa na frente de uma webcam, praticar masturbação ou se fotografar pelada”.
A nova interpretação nasceu a partir da mudança feita há oito anos no Código Penal. A nova redação do artigo 213 não cita o “estupro virtual”, mas passou a caracterizar estupro como o ato de “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.
Em agosto deste ano, a Polícia registrou o primeiro caso de estupro virtual do país no Piauí. Na ocasião, um homem foi preso.
G1
A nova interpretação nasceu a partir da mudança feita há oito anos no Código Penal. A nova redação do artigo 213 não cita o “estupro virtual”, mas passou a caracterizar estupro como o ato de “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.
Em agosto deste ano, a Polícia registrou o primeiro caso de estupro virtual do país no Piauí. Na ocasião, um homem foi preso.
G1



