APóS INCENTIVAR TARIFAçO E AMEAçAR O PIX FLáVIO ACIONA STF PARA NãO SER CHAMADO DE TRAIDOR DA PáTRIAEUA MOSTRAM FORçA E GOLEIAM O PARAGUAI NA MELHOR PARTIDA DA COPA ATé AGORAGLOBO ALCANçA MAIS DE 46 MILHõES DE PESSOAS EM PRIMEIRO DIA DE COPA DO MUNDOTELES ALBUQUERQUE, UM NOME QUE SE CONFUNDE COM O ESPORTE, POR JOSINALDO NEVESPF REJEITA NOVA TENTATIVA DE DELAçãO DE VORCARO. É A SEGUNDA PROPOSTA REJEITADA EM MENOS DE UM MêSLULA DIZ QUE INSS TEM META DE ZERAR FILA DE ESPERA PARA CONCESSãO DE BENEFíCIOS ATé SETEMBRO‘CAMPINA FEITA à MãO’: ARTESANATO PARAIBANO GANHA PASSARELA NO PARQUE DO POVOCABACEIRAS, A ‘ROLIúDE NORDESTINA’, VAI RECEBER FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA EM JULHOFIM DA ESCALA 6×1: O EMPREGADOR NãO é VILãO NEM A CONSTITUIçãO é BANDEIRA POLíTICA, POR JúLIO CéSAR CARDOSOMARISA MONTE E ROBERTO CARLOS CANTAM NESTE FINAL DE SEMANA NO PARQUE DO POVO, EM CAMPINA GRANDEAPóS INCENTIVAR TARIFAçO E AMEAçAR O PIX FLáVIO ACIONA STF PARA NãO SER CHAMADO DE TRAIDOR DA PáTRIAEUA MOSTRAM FORçA E GOLEIAM O PARAGUAI NA MELHOR PARTIDA DA COPA ATé AGORAGLOBO ALCANçA MAIS DE 46 MILHõES DE PESSOAS EM PRIMEIRO DIA DE COPA DO MUNDOTELES ALBUQUERQUE, UM NOME QUE SE CONFUNDE COM O ESPORTE, POR JOSINALDO NEVESPF REJEITA NOVA TENTATIVA DE DELAçãO DE VORCARO. É A SEGUNDA PROPOSTA REJEITADA EM MENOS DE UM MêSLULA DIZ QUE INSS TEM META DE ZERAR FILA DE ESPERA PARA CONCESSãO DE BENEFíCIOS ATé SETEMBRO‘CAMPINA FEITA à MãO’: ARTESANATO PARAIBANO GANHA PASSARELA NO PARQUE DO POVOCABACEIRAS, A ‘ROLIúDE NORDESTINA’, VAI RECEBER FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA EM JULHOFIM DA ESCALA 6×1: O EMPREGADOR NãO é VILãO NEM A CONSTITUIçãO é BANDEIRA POLíTICA, POR JúLIO CéSAR CARDOSOMARISA MONTE E ROBERTO CARLOS CANTAM NESTE FINAL DE SEMANA NO PARQUE DO POVO, EM CAMPINA GRANDE
Um terço das 272 mulheres assassinadas em SP no 1º semestre foi morta pelo marido

De janeiro a junho deste ano, 272 mulheres foram mortas no estado de São Paulo, 93, um terço, foram vítimas dos maridos e companheiros, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública compilados pelo SPTV. Nos últimos dois dias (20 e 21 de agosto), quatro mulheres foram mortas pelos maridos na capital paulista.No geral, 83,7% das vítimas de homicídios no estado são homens, 14,1% mulheres e 2,2% não identificados.
Mas nos casos de homicídios entre casais, 70,1% das vítimas são mulheres, chamado de feminicídio desde a lei de 2015, contra 29,9% que são homens.
Quatro casos em dois dias
Um policial militar matou a ex-mulher (foto) depois de uma discussão na região central da capital paulista nesta segunda-feira (22). O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos.
Após o crime, o policial fugiu com a criança. Horas depois, porém, se entregou à polícia.
Também nesta segunda-feira, uma mulher foi morta estrangulada pelo namorado na Zona Sul da cidade. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu na Rua José Alves da Silva, 12, no Jardim Ângela.
O pai do agressor procurou a Guarda Civil Metropolitana para dizer que seu filho havia estrangulado a namorada em um barraco e fugido. O suspeito foi encontrado, detido e o caso registrado no 47º Distrito Policial.
Ainda nesta segunda-feira, o ajudante de serviços gerais Antônio de Souza, de 62 anos, foi preso após agredir e matar a própria mulher, Maria do Carmo Cândido, de 67, na Vila Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.
O crime ocorreu na residência em que o casal vivia, na Rua Joaquim Ferreira da Costa, por volta das 12h. O caso foi descoberto depois que Antônio chegou alcoolizado a um bar e contou aos demais clientes que havia acabado de matar a esposa.
Uma das pessoas que ouviu o relato decidiu chamar a polícia e, quando os agentes chegaram, o suspeito confirmou a história. Ele levou os policiais até a casa e lá o corpo da mulher foi encontrado caído, na sala, já sem vida.
Na madrugada de domingo (20), o delegado Cristian Lanfredi, 42, que atuava na Assembleia Legislativa de São Paulo, matou a mulher, Cláudia Zerati, juíza, titular da 2ª Vara do Trabalho de Franco da Rocha, e depois se suicidou no apartamento do casal, na Zona Oeste.
A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região (Amatra) divulgaram nota para manifestar “indignação” pela morte da juíza “O machismo mata”, diz o texto.
De acordo com a Lei do Femicídio, de março de 2015, considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve: violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
G1
Um policial militar matou a ex-mulher (foto) depois de uma discussão na região central da capital paulista nesta segunda-feira (22). O caso ocorreu no bairro do Canindé, no Centro da cidade. A vítima estava em casa com o filho do casal, de sete anos.
Após o crime, o policial fugiu com a criança. Horas depois, porém, se entregou à polícia.
Também nesta segunda-feira, uma mulher foi morta estrangulada pelo namorado na Zona Sul da cidade. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu na Rua José Alves da Silva, 12, no Jardim Ângela.
O pai do agressor procurou a Guarda Civil Metropolitana para dizer que seu filho havia estrangulado a namorada em um barraco e fugido. O suspeito foi encontrado, detido e o caso registrado no 47º Distrito Policial.
Ainda nesta segunda-feira, o ajudante de serviços gerais Antônio de Souza, de 62 anos, foi preso após agredir e matar a própria mulher, Maria do Carmo Cândido, de 67, na Vila Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.
O crime ocorreu na residência em que o casal vivia, na Rua Joaquim Ferreira da Costa, por volta das 12h. O caso foi descoberto depois que Antônio chegou alcoolizado a um bar e contou aos demais clientes que havia acabado de matar a esposa.
Uma das pessoas que ouviu o relato decidiu chamar a polícia e, quando os agentes chegaram, o suspeito confirmou a história. Ele levou os policiais até a casa e lá o corpo da mulher foi encontrado caído, na sala, já sem vida.
Na madrugada de domingo (20), o delegado Cristian Lanfredi, 42, que atuava na Assembleia Legislativa de São Paulo, matou a mulher, Cláudia Zerati, juíza, titular da 2ª Vara do Trabalho de Franco da Rocha, e depois se suicidou no apartamento do casal, na Zona Oeste.
A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região (Amatra) divulgaram nota para manifestar “indignação” pela morte da juíza “O machismo mata”, diz o texto.
De acordo com a Lei do Femicídio, de março de 2015, considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve: violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
G1



