‘NOVATOS’ RESOLVEM, E BRASIL BATE A CROáCIA NO úLTIMO AMISTOSO ANTES DA LISTA DA COPAPOR QUE O STF PRECISA DE UM CóDIGO DE CONDUTA, POR JúLIO CéSAR CARDOSOESTADãO AVALIA QUE FLáVIO é TãO GOLPISTA QUANTO JAIR BOLSONARO. JORNAL CRITICA DISCURSO DO SENADOR NOS EUACPI DO CRIME ORGANIZADO AMPLIA INVESTIGAçãO SOBRE O CASO MASTER E CONVOCA CLáUDIO CASTRO E IBANEIS ROCHAPOLíCIA FEDERAL ANALISA DENúNCIA CONTRA RELATOR DA CPMI DO INSS. GASPAR TEM ACUSAçãO DE ESTUPRO DE VULNERáVELDEPUTADO FEDERAL FILMADO EM CONFUSãO COM MULHER DISSE QUE DESISTIU DE FAZER PROGRAMA POR NãO PODER PAGAR R$ 3 MIL COBRADO POR ELARAí SAIA RODADA LANçA NOVO DVD “FASE DO ‘SE’ E ESTREIA EP 1 COM CLIPES NESTA SEXTA-FEIRAGINA GARCIA SOBE AO PALCO COM A BANDA ULTRA SOUL EM SHOW ESPECIAL NO BOURBON STREET NESTA SEXTA, EM SãO PAULOITáLIA PERDE PARA BóSNIA NOS PêNALTIS E FICA FORA DA COPA DO MUNDO PELA TERCEIRA VEZ CONSECUTIVAAPóS PROVOCAR CAOS COM GUERRA CONTRA O IRã, TRUMP DIZ QUE NãO REABRIRá. “CADA PAíS DEVE SE VIRAR SOZINHO”‘NOVATOS’ RESOLVEM, E BRASIL BATE A CROáCIA NO úLTIMO AMISTOSO ANTES DA LISTA DA COPAPOR QUE O STF PRECISA DE UM CóDIGO DE CONDUTA, POR JúLIO CéSAR CARDOSOESTADãO AVALIA QUE FLáVIO é TãO GOLPISTA QUANTO JAIR BOLSONARO. JORNAL CRITICA DISCURSO DO SENADOR NOS EUACPI DO CRIME ORGANIZADO AMPLIA INVESTIGAçãO SOBRE O CASO MASTER E CONVOCA CLáUDIO CASTRO E IBANEIS ROCHAPOLíCIA FEDERAL ANALISA DENúNCIA CONTRA RELATOR DA CPMI DO INSS. GASPAR TEM ACUSAçãO DE ESTUPRO DE VULNERáVELDEPUTADO FEDERAL FILMADO EM CONFUSãO COM MULHER DISSE QUE DESISTIU DE FAZER PROGRAMA POR NãO PODER PAGAR R$ 3 MIL COBRADO POR ELARAí SAIA RODADA LANçA NOVO DVD “FASE DO ‘SE’ E ESTREIA EP 1 COM CLIPES NESTA SEXTA-FEIRAGINA GARCIA SOBE AO PALCO COM A BANDA ULTRA SOUL EM SHOW ESPECIAL NO BOURBON STREET NESTA SEXTA, EM SãO PAULOITáLIA PERDE PARA BóSNIA NOS PêNALTIS E FICA FORA DA COPA DO MUNDO PELA TERCEIRA VEZ CONSECUTIVAAPóS PROVOCAR CAOS COM GUERRA CONTRA O IRã, TRUMP DIZ QUE NãO REABRIRá. “CADA PAíS DEVE SE VIRAR SOZINHO”
Por que o STF precisa de um código de conduta, por Júlio César Cardoso
O Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário brasileiro e, por isso, seus ministros devem preservar não apenas a imparcialidade de suas decisões, mas também a liturgia e a imagem austera da Corte. A recente polêmica envolvendo Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que não divulgaram os valores recebidos em palestras, reacende o debate sobre a transparência e os limites das atividades externas dos magistrados.
- A função exclusiva dos ministros
Os ministros do STF recebem remuneração elevada justamente para se dedicarem integralmente às demandas judiciais. A participação em palestras, seminários ou aulas, especialmente quando remunerada, pode gerar conflitos de interesse e desviar tempo e energia das funções primordiais: julgar milhares de processos que aguardam decisão. O exercício paralelo de atividades externas transmite a impressão de que o cargo é secundário, o que fere a confiança da sociedade. Ministros insatisfeitos com salários deveriam reconsiderar sua permanência nos cargos. - Transparência e credibilidade
A Lei de Acesso à Informação (LAI) garante ao cidadão o direito de conhecer como os agentes públicos atuam. A omissão de valores recebidos em palestras fragiliza a credibilidade da Corte e abre espaço para suspeitas de favorecimento ou de uso indevido da posição institucional. Um código de conduta claro e rígido, como defende o ministro Edson Fachin, é essencial para assegurar que não haja brechas para interpretações dúbias. - A liturgia do cargo
O STF não é apenas um tribunal: é um símbolo da democracia e da estabilidade institucional. Seus ministros devem se portar de maneira compatível com essa responsabilidade. Aulas e palestras remuneradas, ainda que legítimas em outros contextos, não se coadunam com a liturgia do cargo. A imagem austera da Corte exige dedicação exclusiva e postura que inspire respeito e confiança. - Caminho necessário
A solução passa pela aprovação de um código de conduta que:
• Proíba atividades externas remuneradas não vinculadas ao serviço oficial da Corte.
• Exija transparência absoluta em agendas, viagens e participações públicas.
• Reforce a dedicação exclusiva dos ministros às funções judiciais.
Conclusão
O STF é guardião da Constituição e não pode se permitir fragilizar sua imagem por práticas que, ainda que comuns em outros setores, são incompatíveis com a função de ministro da Suprema Corte. Se algum magistrado não estiver satisfeito com a remuneração ou com as exigências do cargo, a saída honrosa é a renúncia — nunca a busca por atividades paralelas. A preservação da liturgia e da credibilidade do STF é um dever inegociável para garantir a confiança da sociedade na Justiça brasileira.
Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC



