TRIPULAçãO DA ARTEMIS 2 VOLTA à TERRA APóS JORNADA HISTóRICA. CáPSULA ORION POUSA NO OCEANO PACíFICOPROFESSOR ESQUECE CâMERA ABERTA E APARECE NU EM REUNIãO ONLINE COM ALUNOS E REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSOGOVERNO LULA QUER LIBERAR R$ 7 BILHõES DO FGTS EM MEDIDA PARA REDUZIR ENDIVIDAMENTOMEC LIVROS SOMA 122 MIL EMPRéSTIMOS GRATUITOS EM APENAS UMA SEMANA. ACESSO é DIGITALLUIZ CALDAS LEVA SHOW INTIMISTA “VOZ E VIOLãO” A BELO HORIZONTE EM APRESENTAçãO úNICA NESTE SáBADOSENADORA DO PP RECUSA SER VICE DE FLáVIO BOLSONARO E PL CONVIDA DEPUTADA FEDERAL DE PERNAMBUCOMELANIA TRUMP DIZ QUE NUNCA TEVE RELACIONAMENTO COM EPSTEIN. “TENTATIVAS DE DIFAMAR MINHA REPUTAçãO”BANCO MASTER PAGOU R$ 10 MILHõES A MICHEL TEMER, QUE INDICOU PAULO HENRIQUE COSTA PARA O BRB´HABILIDADES NãO TEM LIMITES´: SANTANDER LANçA PROGRAMA DE CAPACITAçãO PARA PCDS PARA ATUAR EM ASSESSORIA DE INVESTIMENTOS NA PARAíBAAOS POLíTICOS QUE DESONRAM O PARLAMENTO, POR JúLIO CéSAR CARDOSOTRIPULAçãO DA ARTEMIS 2 VOLTA à TERRA APóS JORNADA HISTóRICA. CáPSULA ORION POUSA NO OCEANO PACíFICOPROFESSOR ESQUECE CâMERA ABERTA E APARECE NU EM REUNIãO ONLINE COM ALUNOS E REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSOGOVERNO LULA QUER LIBERAR R$ 7 BILHõES DO FGTS EM MEDIDA PARA REDUZIR ENDIVIDAMENTOMEC LIVROS SOMA 122 MIL EMPRéSTIMOS GRATUITOS EM APENAS UMA SEMANA. ACESSO é DIGITALLUIZ CALDAS LEVA SHOW INTIMISTA “VOZ E VIOLãO” A BELO HORIZONTE EM APRESENTAçãO úNICA NESTE SáBADOSENADORA DO PP RECUSA SER VICE DE FLáVIO BOLSONARO E PL CONVIDA DEPUTADA FEDERAL DE PERNAMBUCOMELANIA TRUMP DIZ QUE NUNCA TEVE RELACIONAMENTO COM EPSTEIN. “TENTATIVAS DE DIFAMAR MINHA REPUTAçãO”BANCO MASTER PAGOU R$ 10 MILHõES A MICHEL TEMER, QUE INDICOU PAULO HENRIQUE COSTA PARA O BRB´HABILIDADES NãO TEM LIMITES´: SANTANDER LANçA PROGRAMA DE CAPACITAçãO PARA PCDS PARA ATUAR EM ASSESSORIA DE INVESTIMENTOS NA PARAíBAAOS POLíTICOS QUE DESONRAM O PARLAMENTO, POR JúLIO CéSAR CARDOSO
Por que o STF precisa de um código de conduta, por Júlio César Cardoso
O Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário brasileiro e, por isso, seus ministros devem preservar não apenas a imparcialidade de suas decisões, mas também a liturgia e a imagem austera da Corte. A recente polêmica envolvendo Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que não divulgaram os valores recebidos em palestras, reacende o debate sobre a transparência e os limites das atividades externas dos magistrados.
- A função exclusiva dos ministros
Os ministros do STF recebem remuneração elevada justamente para se dedicarem integralmente às demandas judiciais. A participação em palestras, seminários ou aulas, especialmente quando remunerada, pode gerar conflitos de interesse e desviar tempo e energia das funções primordiais: julgar milhares de processos que aguardam decisão. O exercício paralelo de atividades externas transmite a impressão de que o cargo é secundário, o que fere a confiança da sociedade. Ministros insatisfeitos com salários deveriam reconsiderar sua permanência nos cargos. - Transparência e credibilidade
A Lei de Acesso à Informação (LAI) garante ao cidadão o direito de conhecer como os agentes públicos atuam. A omissão de valores recebidos em palestras fragiliza a credibilidade da Corte e abre espaço para suspeitas de favorecimento ou de uso indevido da posição institucional. Um código de conduta claro e rígido, como defende o ministro Edson Fachin, é essencial para assegurar que não haja brechas para interpretações dúbias. - A liturgia do cargo
O STF não é apenas um tribunal: é um símbolo da democracia e da estabilidade institucional. Seus ministros devem se portar de maneira compatível com essa responsabilidade. Aulas e palestras remuneradas, ainda que legítimas em outros contextos, não se coadunam com a liturgia do cargo. A imagem austera da Corte exige dedicação exclusiva e postura que inspire respeito e confiança. - Caminho necessário
A solução passa pela aprovação de um código de conduta que:
• Proíba atividades externas remuneradas não vinculadas ao serviço oficial da Corte.
• Exija transparência absoluta em agendas, viagens e participações públicas.
• Reforce a dedicação exclusiva dos ministros às funções judiciais.
Conclusão
O STF é guardião da Constituição e não pode se permitir fragilizar sua imagem por práticas que, ainda que comuns em outros setores, são incompatíveis com a função de ministro da Suprema Corte. Se algum magistrado não estiver satisfeito com a remuneração ou com as exigências do cargo, a saída honrosa é a renúncia — nunca a busca por atividades paralelas. A preservação da liturgia e da credibilidade do STF é um dever inegociável para garantir a confiança da sociedade na Justiça brasileira.
Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC



