FLáVIO SE IRRITA AO SER PERGUNTADO SOBRE CONTRATO DO FILME DE BOLSONARO “NãO SOU EU QUE TENHO QUE PRESTAR CONTA, é O LULA”NUNES MARQUES DEFENDE SEGURANçA DAS URNAS ELETRôNICAS E CONVOCA POPULAçãO A VOTAR EM OUTUBROLUCAS RIBEIRO LIDERA PESQUISA PARA GOVERNADOR DA PARAíBA COM 38%. CíCERO LUCENA 19% E EFRAIM FILHO 18%, SEGUNDO A QUAESTPARA SENADOR NA PARAíBA JOãO AZEVêDO TEM 27%, VENEZIANO 17%, NABOR 9% E QUEIROGA 6%, MOSTRA PESQUISA QUAESTSANTANDER ABRE SELEçãO PARA REFORçAR EQUIPE NA PARAíBA. Há VAGAS EM CAMPINA GRANDE PARA ATENDIMENTO A CLIENTES E EMPRESASCANADá ENFRENTA E CONFIRMA TARIFAS DE RETALIAçãO A PRODUTOS DOS EUA; VALOR CHEGA A US$ 20 BILHõESPF CONFIRMA QUE CONTRATOS CITADOS EM REPORTAGENS SOBRE FáBIO LUíS NUNCA FORAM ASSINADOSPESQUISA QUAEST NA PARAíBA MOSTRA LULA COM 50%, FLáVIO COM 21%, CAIADO COM 35% E RENAN SANTOS COM 2%PATOS é CERTIFICADA COMO CIDADE ÁRVORE DO MUNDO E ENTRA PARA LISTA COM 52 MUNICíPIOS BRASILEIROSEMENDA PARLAMENTAR DE R$ 850 MIL DO PL VAI PAGAR SHOW DE ANA CASTELA APóS CANTORA POSTAR FOTO COM NIKOLAS FERREIRAFLáVIO SE IRRITA AO SER PERGUNTADO SOBRE CONTRATO DO FILME DE BOLSONARO “NãO SOU EU QUE TENHO QUE PRESTAR CONTA, é O LULA”NUNES MARQUES DEFENDE SEGURANçA DAS URNAS ELETRôNICAS E CONVOCA POPULAçãO A VOTAR EM OUTUBROLUCAS RIBEIRO LIDERA PESQUISA PARA GOVERNADOR DA PARAíBA COM 38%. CíCERO LUCENA 19% E EFRAIM FILHO 18%, SEGUNDO A QUAESTPARA SENADOR NA PARAíBA JOãO AZEVêDO TEM 27%, VENEZIANO 17%, NABOR 9% E QUEIROGA 6%, MOSTRA PESQUISA QUAESTSANTANDER ABRE SELEçãO PARA REFORçAR EQUIPE NA PARAíBA. Há VAGAS EM CAMPINA GRANDE PARA ATENDIMENTO A CLIENTES E EMPRESASCANADá ENFRENTA E CONFIRMA TARIFAS DE RETALIAçãO A PRODUTOS DOS EUA; VALOR CHEGA A US$ 20 BILHõESPF CONFIRMA QUE CONTRATOS CITADOS EM REPORTAGENS SOBRE FáBIO LUíS NUNCA FORAM ASSINADOSPESQUISA QUAEST NA PARAíBA MOSTRA LULA COM 50%, FLáVIO COM 21%, CAIADO COM 35% E RENAN SANTOS COM 2%PATOS é CERTIFICADA COMO CIDADE ÁRVORE DO MUNDO E ENTRA PARA LISTA COM 52 MUNICíPIOS BRASILEIROSEMENDA PARLAMENTAR DE R$ 850 MIL DO PL VAI PAGAR SHOW DE ANA CASTELA APóS CANTORA POSTAR FOTO COM NIKOLAS FERREIRA
Por que o STF precisa de um código de conduta, por Júlio César Cardoso
O Supremo Tribunal Federal (STF) é a mais alta instância do Poder Judiciário brasileiro e, por isso, seus ministros devem preservar não apenas a imparcialidade de suas decisões, mas também a liturgia e a imagem austera da Corte. A recente polêmica envolvendo Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que não divulgaram os valores recebidos em palestras, reacende o debate sobre a transparência e os limites das atividades externas dos magistrados.
- A função exclusiva dos ministros
Os ministros do STF recebem remuneração elevada justamente para se dedicarem integralmente às demandas judiciais. A participação em palestras, seminários ou aulas, especialmente quando remunerada, pode gerar conflitos de interesse e desviar tempo e energia das funções primordiais: julgar milhares de processos que aguardam decisão. O exercício paralelo de atividades externas transmite a impressão de que o cargo é secundário, o que fere a confiança da sociedade. Ministros insatisfeitos com salários deveriam reconsiderar sua permanência nos cargos. - Transparência e credibilidade
A Lei de Acesso à Informação (LAI) garante ao cidadão o direito de conhecer como os agentes públicos atuam. A omissão de valores recebidos em palestras fragiliza a credibilidade da Corte e abre espaço para suspeitas de favorecimento ou de uso indevido da posição institucional. Um código de conduta claro e rígido, como defende o ministro Edson Fachin, é essencial para assegurar que não haja brechas para interpretações dúbias. - A liturgia do cargo
O STF não é apenas um tribunal: é um símbolo da democracia e da estabilidade institucional. Seus ministros devem se portar de maneira compatível com essa responsabilidade. Aulas e palestras remuneradas, ainda que legítimas em outros contextos, não se coadunam com a liturgia do cargo. A imagem austera da Corte exige dedicação exclusiva e postura que inspire respeito e confiança. - Caminho necessário
A solução passa pela aprovação de um código de conduta que:
• Proíba atividades externas remuneradas não vinculadas ao serviço oficial da Corte.
• Exija transparência absoluta em agendas, viagens e participações públicas.
• Reforce a dedicação exclusiva dos ministros às funções judiciais.
Conclusão
O STF é guardião da Constituição e não pode se permitir fragilizar sua imagem por práticas que, ainda que comuns em outros setores, são incompatíveis com a função de ministro da Suprema Corte. Se algum magistrado não estiver satisfeito com a remuneração ou com as exigências do cargo, a saída honrosa é a renúncia — nunca a busca por atividades paralelas. A preservação da liturgia e da credibilidade do STF é um dever inegociável para garantir a confiança da sociedade na Justiça brasileira.
Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC



